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      Nada de álcool: exigências de camarim do Korn tem só orgânicos, veja

      19 de abril de 2017 9:57 Por Damy Coelho

       

      Já há algum tempo, aquele estigma do rockstar malucão-beberrão-sem limites vem sendo quebrado. Seja porque os roqueirões estão ficando mais velhos e vendo que é mais importante cuidar da saúde do que chapar por aí, seja por uma tendência atual (alô, galera fitness!!), ou pelo perfil de cada banda, fato é que não se fazem mais rockstars como antigamente – para o bem e para o mal.

      O Korn, por exemplo, que se apresenta no Brasil nesta semana, foi bem modesto na lista de exigências para o camarim. Ao invés de whisky ou mesa farta de guloseimas e salgadinhos, a banda optou pelos orgânicos.

      Veja se não parece mais uma lista pro sacolão:

      • Alface, acelga, couve flor, cenoura, beterraba, brócolis e espinafre – tudo orgânico
      • Laranja, maçã, banana, morangos, uvas, blueberry e abacaxi – tudo orgânico
      • Frutas secas
      • Um pote de manteiga de amendoim
      • Pão árabe e hommus
      • Água mineral, refrigerantes, energéticos e sucos orgânicos de maçã e laranja
      • Pães de forma, queijos, peito de peru, presunto, salame, picles e tomates para sanduíches

      Olha o Korn geração saúde aí!

      O Korn se apresenta nesta quarta (19) em São Paulo, no Espaço das Américas. Depois, segue para Curitiba (21 de abril, no Live Curitiba) e Porto Alegre (23 de abril, Pepsi on Stage). Os ingressos vão de R$ 140 a R$ 500.

      POLÊMICA COM O SEPULTURA

       

      Em entrevista ao G1, Jonathan Davis falou sobre a lendária polêmica com o Sepultura, quando um site divulgou que o vocalista alegava plágio do Sepultura no álbum Roots. Davis comentou que se tratou muito mais de um mal entendido, e que ele “ama o Sepultura”.

      Capa do álbum Roots

      “Não é isso… Sabe, aquela foi uma merda de uma entrevista [risos]. Eu amo o Max [Cavalera]. Eu amo os cara do Sepultura. E eles me influenciaram pra cacete. Aquela não foi uma cutucada na banda, foi uma cutucada no Ross [Robinson, que produziu Roots após cuidar dos dois primeiros discos do Korn]. Ok? Não tinha nada a ver com Sepultura”, afirmou.

      O vocalista ainda fez questão de afirmar que foi influenciado pelo som dos brasileiros. “Eu amo eles e eles realmente me influenciaram. Quando ouvi o Chaos A. D. eu fiquei: Eita, porra. Que que é isso?. E Rootsé um disco maravilhoso. Toda aquela merda acabou saindo de controle. Ela é citada totalmente fora de contexto. E eu peço desculpas”, esclareceu.

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