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      Ex-Pussycat Dolls denuncia que grupo era uma ‘rede de prostituição’

      16 de outubro de 2017 12:06 Por Damy Coelho

      Kaya Jones (Reprodução)

      O Pussycat Dolls fez um grande sucesso nos anos 2000, mas quem via o sucesso da girlband não podia imaginar as polêmicas que haviam por trás dos holofotes. Pelo menos é o que aponta a ex-integrante, Kaya Jones, que esteve no grupo entre 2003 e 2005.

      Na esteira das denúncias de abuso contra o produtor de cinema Harvey Weinstein - que motivaram diversas celebridades a falar abertamente sobre o assunto – Kaya contou o que acontecia nos bastidores da girlband.

      Em uma série de tuítes, a cantora revelou:

      A verdade é que eu não estava em uma girlband. Estava numa rede de prostituição. Oh, e por acaso até cantávamos e éramos famosas, mas quem fazia dinheiro eram os nossos ‘donos’. Para fazer parte do time, você tinha que jogar no time. Ou seja, dormir com quem eles queriam. Eram executivos, empresários, agentes e outros artistas do estúdio

      A cantora continuou: Quão ruim foi?, as pessoas perguntam. Foi ruim o suficiente para me afastar dos meus sonhos, das colegas de banda e de um contrato discográfico de 13 milhões de dólares. Nós sabíamos que seríamos número 1 nas paradas”, afirmou.

      Kaya ainda relembrou a morte da ex-colega do grupo, Simone Battle, em 2014: “Eu quero que a líder do grupo confesse porque outra de suas garotas cometeu suicídio. Conte ao público porque você as arruinou mentalmente”.

      A “líder do grupo” é a fundadora das Pussycat Dolls, Robin Antin. A produtora respondeu às declarações, se limitando a dizer que são “mentiras ridículas e nojentas”.

      Com a repercussão, Kaya explicou que procurou a imprensa para denunciar o caso em dois momentos, em 2006 e 2011, mas que não teria sido levada a sério: ‘‘Eu amo como predadores gostam de fingir que são vítimas. Patético”, ironizou.