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      TOP 5: guitarristas fodas que não têm reconhecimento no Brasil

      10 de março de 2017 10:32 Por Gustavo Morais

      Só guitarrista monstro! Bend up!

      O que seria da música sem a magia das seis cordas? Fácil responder: não teria tanta graça assim! Por isso, os guitar heroes são dignos de toda reverência!

      Para quem gosta de rock, jazz, blues e derivados, a figura do guitarrista é mitológica. Concorda, amigo leitor, que é desnecessário conversarmos sobre a genialidade de nomes como Hendrix, David Gilmour, Eddie Van Halen e tantos outros (a lista não tem fim)? Por isso, listamos alguns caras que também são fodões, mas que não são tão “amados, idolatrados, salve salve” no Brasil.

      Bora lá conhecer alguns mestres?

      Spoiler: infelizmente, muita (mas muita, muita, muita) gente boa ficou de fora desse top 5 (e ainda vai faltar muita).

      1. Robin Trower – O inglês que parece ter nascido no Mississipi

      Com passagem lendária pela banda Procol Harum (que também merece mais popularidade por aqui!), Robin é um genuíno blues man. Quem gosta de John Mayer ou de Gary Clark Jr., por exemplo, certamente ouviu ecos do som do Trower!

      2. Felipe Staiti – Perto no mapa, mas longe dos nossos tocadores de música

      Esse argentino é o guitarrista solo da banda hermana Los Enanitos Verdes, que infelizmente não é muito comentada no Brasil. Misturando uma pegada cigana, com técnica realmente bem apurada, Staiti é o guitar hero latino que o mundo precisa coroar.

      3. Susan Tedeschi – Polivalência a serviço da boa música

      Ela toca em banda e tem carreira solo; canta blues, jazz, rock, soul; dança; é compositora; e ainda é casada com um guitar hero! Relativamente conhecida do público brasileiro, Susan não tem nem ⅕ da popularidade que merece por aqui.

      4.Shawn Lane – O prodígio que nos deixou cedo demais

      Com 14 anos, em 1977, Shawn descolou uma vaga na banda Black Oak Arkansas, uma realeza do rock sulista. Quatro anos depois, ele levantou o voo solo e fez seu trabalho dialogar com várias culturas, estilos e pegadas. Morreu, em 2003, com 40 anos. P.S.: o cara ainda era um tecladista monstro!

      5. Marco Sfogli – Ilustre desconhecido do metal progressivo

      Esse italiano boa praça costuma ser o guitarrista dos discos solo de James LaBrie, vocal do Dream Theater. Dono de versatilidade incomum, Sfogli tem a manha de combinar riffs bem nervosos com progressões extremamente melódicas sem soar datado.