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      Conheça um pouco da atemporal obra de Renato Russo, que faria 55 anos

      27 de março de 2015 17:05 Por Gustavo Morais
      Renato Russo morreu aos 36 anos, vítima da AIDS

      Renato Russo morreu aos 36 anos, vítima da AIDS

      O ano de 2015 marca o 55º aniversário do músico Renato Russo, ex-líder da banda Legião Urbana. Apesar de ter morrido vítima da AIDS em outubro de 1996, aos 36 anos, a obra de Renato permanece viva nas rádios, nas vitrolas e nos dispositivos móveis de de todo o Brasil.

      Renato Manfredini Júnior nasceu na cidade do Rio de Janeiro no dia 27 de março de 1960. Se mudou para Brasília em 1973 e em 1978 começou sua carreira musical, quando formou ao lado de amigos o grupo punk Aborto Elétrico. Após quatro anos de existência o conjunto se separou. Enquanto parte dos integrantes formou a banda Capital Inicial, Renato passou um curto tempo se apresentando sob a alcunha de “O Trovador Solitário”. Logo em seguida formou a Legião Urbana. A banda ficou na ativa por 14 anos, lançou um total de 13 discos e vendeu mais de 20 milhões de cópias. O trabalho solo de Renato rendeu quatro álbuns, sendo que dois deles foram lançados de maneira póstuma.

      Confira a seguir algumas das canções que fizeram de Renato Russo um dos maiores poetas do rock nacional.

      “Será”
      Esta música apresentou a Legião Urbana ao rock nacional. É considerada um dos grandes clássicos da música brasileira em todos os tempos.

      “Tempo Perdido”
      Abordagem sobre dramas da juvenis era uma das principais características do estilo de composição de Renato Russo.

      “Que País é Este?”
      Uma das canções que mais simbolizam a questão da crítica social no Brasil. Apesar de ter sido escrita na epóca do Aborto Elétrico, a Legião só gravou esta música no disco homônimo lançado em 1987.

      “Meninos e Meninas”
      Através desta canção, lançada no disco “As Quatro Estações”, de 1989, Renato Russo fala de maneira explícita sobre sua bissexualidade.

      “Perfeição”
      Com uma poesia ácida, Renato redigiu versos que de forma apocalíptica chamam atenção para a situação que o país atravessou naquele começo de década de 1990.

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