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      Roberto Carlos é apontado como acionista de empresa em paraíso fiscal

      7 de abril de 2016 12:01 Por Damy Coelho

      Mais uma polêmica envolve o cantor Roberto Carlos. Desta vez, ele foi apontado como acionista da empresa “Happy Song”, criada no Panamá em 2011 e vinculada ao cantor em 2015. As informações são jornalista Fernando Rodrigues, do “UOL”, que faz parte do “grupo Folha”.

      O nome de Roberto Carlos aparece nos documentos da firma de advocacia Mossack Fonseca, do Panamá, responsável pela abertura de empresas em paraísos fiscais para clientes com muito recurso financeiro. Estes documentos vazaram no último domingo (3), por meio da série de reportagens investigativas “Panama Pappers”

      A empresa inicialmente teve as ações originais emitidas sem os nomes dos donos até que mudanças na legislação panamenha proibissem a emissão de títulos de ações de registro sem o nome do proprietário. Hoje, sabe-se que os diretores são  Reynaldo Ramalho, José Carlos Romeu e Marco Antonio Castro de Moura Coelho, todos parceiros profissionais do cantor.

      A atuação em offshores (empresas abertas em paraísos fiscais, normalmente para fugir de impostos) não é ilegal, desde que não utilizada para atividades como lavagem de dinheiro e sonegação de impostos – este foi o ponto que gerou dúvida em relação à idoneidade da empresa.

      Roberto Carlos, por meio de sua assessoria, explicou que a empresa está devidamente declarada à Receita Federal e ao Banco Central.