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      Filha do Rei do Pop fala sobre abuso sexual e crimes em entrevista

      25 de janeiro de 2017 9:37 Por Gustavo Morais

      A jovem Paris Jackson, a filha de Michael Jackson, está na capa da nova edição da revista Rolling Stone. A bordo da matéria “Paris Jackson: a vida após Neverland”, uma das herdeiras do Rei do Pop abre o jogo e fala sobre os mais polêmicos assuntos..

      Segundo Paris, Michael foi vítima de um assassinato. “É óbvio. Todos indícios apontam para isso. Soa 100% como uma teoria da conspiração e uma besteira, mas os fatos são reais e todos da família sabem. Foi uma armadilha”, disse. “Um monte de gente queria matar Michael”, confirmou.

      Ainda sobre a morte do pai, Paris não esconde o sentimento de luto. “Dizem por aí que o tempo cura, mas é mentira. Você apenas se acostuma. Eu vivo a vida com o pensamento de ‘ok, perdi a única coisa que era importante para mim’. Vou seguindo em frente, pois nada pode ser tão ruim quanto foi antes. Então, posso lidar com isso. Eu o sinto comigo o tempo todo”, comentou.

      Paris Jackson estampa capa da Rolling Stone (Reprodução/Internet)

      Na entrevista, Paris também também abriu o jogo sobre suas tentativas de suicídio. Ela alega ter tentado tirar a própria vida “múltiplas vezes”. Na última tentativa, o hospital a convenceu de fazer um programa de terapia domiciliar. Os motivos de sua vontade de morrer são vários. Entre seus traumas, ela sofreu abuso sexual, por parte de um homem muito mais velho, quando ela tinha 14 anos. “Prefiro não dar muitos detalhes, mas não foi uma boa experiência. Foi realmente duro para mim e, na época, me calei”.

      Paris também revelou um pouco da relação paternal entre Michael e os filhos. Segundo ela, um dia ele falou: “se você quiser ser maior do que eu, você pode; e se você não quiser também, você pode. Mas quero que seja feliz”. Ela conta que, por muito tempo, não sabia que seu pai era um ícone das artes. “Eu pensava que seu nome era Pai, Papai. Não sabíamos quem ele era. Mas ele era nosso mundo. E nós éramos o mundo dele”.