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      #orockerrou: 5 discos ruins de artistas fodões

      15 de abril de 2017 10:30 Por Gustavo Morais

      #QuemNunca teve a experiência de passar uma eternidade esperando o artista favorito lançar um disco, mas na hora de ouvir, teve uma decepção tão grande que chorou sangue pelos ouvidos? Todo mundo, né mesmo? Sendo assim, vamos conversar um pouco sobre trabalhos que deixaram poucas boas lembranças nas carreiras de excelentes artistas.

       Aviso: muita gente boa, mas que lançou coisa ruim, ficou de fora! Por isso, outra lista está a caminho!

       Guns N’ Roses – Chinese Democracy (2008)

      É o disco mais caro da história! É o álbum que demorou mais tempo para sair da gaveta! É o CD de rock que mais teve pitacos de músicos que são monstros! E deu certo? N-A-O-~: NÃO! Quer dizer… Não funcionou tanto quanto Axl e os fãs mais fervorosos do Guns esperavam.

      Com um destaque ou outro nas rádios de rock e presenças tímidas em paradas de vendas, Chinese Democracy é o Ringo Starr na carreira da banda, ou seja, em um cenário com feras, acaba sendo a fera mais mansa.

      Kiss – Music From The Elder (1981)

      Fazendo um balanço geral, a década de 80 na vida do Kiss faz jus ao título de “década perdida”. Apesar de algumas coisas interessantes, nem a banda dá tanta bola assim para aquele período. E nesse rolo compressor de coisas ruins está o disco conceitual Music From The Elder.

      O trabalho foi tão duvidoso que nem turnê teve, e olha que o Kiss sempre se explicou com shows espetaculares! A bem da verdade é que a guinada cult do quarteto deu mais ruim do que a seleção que o Felipão escalou na Copa de 2014.

       John Mayer – Battle Studies (2009)

      Seguindo o rastro de Grammys e inúmeras conquistas na carreira, o disco sucedeu uma série de ótimos trabalhos do excelente John Mayer. Porém, como todo artista fodão, JM teve a manha de lançar um trabalho sem muita inspiração.

      Apesar dos poucos bons momentos, Battle Studies reflete os sentimentos de um artista que não conseguia lidar com as crises conjugais e perdia muito tempo tuitando. Felizmente, ele recolocou a carreira nos trilhos e tem lançado ótimos trabalhos desde então.

      Red Hot Chili Peppers – I’m With You (2011)

      Novamente sem ter o guitarrista John Frusciante no time, e vindo dos excelentes Californication, By The Way e Stadium Arcadium, os Chili Peppers tiveram que encarar mais um recomeço.

      Com Flea totalmente no comando e um recatado Josh Klinghoffer assumindo o lugar da força da natureza que é o Frusciante, a banda colocou na praça um disco mais sem rumo do que o Rubinho Barrichello no caminho para o pódio da F1. Se você curte a selvageria, o punch e a atitude do RHCP, mantenha seus ouvidos longe de I’m With You.

      The Strokes – Comedown Machine (2013)

      O quinto disco dos Strokes tem apenas quatro anos, mas já nasceu velho. Uma forçada e exagerada presença do som dos anos 80, com bastante coisa de synthpop e new wave, fez do álbum uma ideia mais cretina do que uma novela em que o personagem de Tony Ramos morre.

      Comedown Machine mostrou que a banda que um dia recebeu o título de “salvadora do rock”, chegou na vida adulta com a capacidade criativa no CTI. Como a banda tem um público fiel e um talento ímpar, estamos certos de que o naufrágio será superado!