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      Senado rejeita ideia de lei para criminalizar o funk

      29 de setembro de 2017 9:26 Por Gustavo Morais

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      Como diria Bin Landen, tudo continua “tranquilo e favorável” para a galera do funk (Reprodução/Internet)

      Em janeiro de 2017, o empresário paulista Marcelo Alonso publicou no site do Senado uma polêmica ideia legislativa com o objetivo de criminalizar o funk. Intitulada Criminalização do funk como crime de saúde pública a criança aos adolescentes e a família, a SUGESTÃO nº 17 de 2017 afirma que a música dos funkeiros representa perigo para a sociedade e para as famílias.

      Como ultrapassou mais de 20 mil assinaturas, em maio passado, a sugestão foi encaminhada para a relatoria que pode dar andamento à lei ou não. Na última semana, no entanto, a ideia de lei foi vetada pela Comissão de Direitos Humanos [CDH]. O senador Romário Faria [PODE - RJ] falou, durante a votação, sobre como a proibição do funk está ligada ao preconceito contra o jovem de periferia.

      A prática de crimes ocorre nos mais diversos ambientes da sociedade brasileira, inclusive nos bailes funk. Para isso, já existem aparatos de repressão e judiciais que devem cumprir seu dever. E estes bailes também são uma alternativa de diversão para milhões de jovens em nosso país, e nas áreas mais carentes, é muitas vezes a única

      Para a CDH, a SUGESTÃO nº 17 de 2017 é considerada inconstitucional por desrespeitar o 5º artigo da Constituição Federal, que garante a livre manifestação da cultura e do pensamento. E você, amigo leitor? O que pensa sobre? Conta pra gente nos comentários!