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      Poderoso Chefão da Fender diz que mulheres vão salvar mercado da crise

      7 de agosto de 2018 8:47 Por Gustavo Morais

      Norvell rechaça qualquer possibilidade de crise (Foto/Internet)

      Em 2018, a indústria musical foi surpreendida com o estouro da crise no mercado de guitarras. Depois de vários especialistas comentarem sobre o tema, chegou a vez de Justin Norvell, vice-presidente sênior da Fender, revelar seu ponto de vista. Em conversa com o jornal Australian Musician, o executivo comentou sobre vários aspectos do estado atual da indústria de instrumentos musicais.

      Para executivo da Fender, mulheres guitarristas são a salvação do mercado (Foto/Internet)

      De acordo com Norvel, não há crises no mercado de guitarras. Segundo ele, o aumento do número de mulheres guitarristas será o principal fator na”salvação” do mercado de vendas do instrumento musical.

      A indústria da guitarra está no topo e a tendência é continuar crescendo por uma simples razão: existe um número maior de mulheres tocando guitarra

      Norvel também argumenta que por mais que não esteja na moda, a guitarra continua importante. Segundo ele, a versatilidade é uma característica que torna o instrumento um elemento fundamental para a criação musical.

      O David Gilmour, disse uma vez que não há nada como uma guitarra por causa da quantidade de nuanças e personalidades que pode trazer à tona. Se você e eu tocarmos a mesma nota em uma guitarra, elas soariam diferentes

      Para lidar com a crise que assombra várias marcas concorrentes, incluindo a Gibson, o executivo da Fender acredita que o ideal é oferecer uma experiência completa para o músico. “Pensamos em toda a cadeia. Pensamos no amplificador, nos pedais e na guitarra. É um pincel sonoro, e nós apenas nos certificamos de que oferecemos versatilidade suficiente para que seu sonho seja possível”, afirma.

      Vendas de guitarra no Brasil não vive seu melhor momento (Foto/Internet)

      Se as coisas andam boas lá na “gringa”, sobretudo pra Fender, o mesmo não acontece do lado de cá da Linha do Equador. Segundo dados recentes da Anafima (Associação Nacional da Indústria da Música), desde 2012, a venda do instrumento caiu 78%. Por um Brasil com mais mulheres tocando guitarra!