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      Pussy Riot: trio pega dois anos de prisão por rezar contra político

      17 de agosto de 2012 12:16 Por Gustavo Morais

      Não teve jeito: apesar de receberem apoio de ícones culturais como Madonna, Red Hot Chili Peppers, Paul McCartney, entre outros, as integrantes do trio de punk Pussy Riot foram condenadas a prisão.

      Nesta sexta-feira (17), a juíza Marina Syrova decretou que Nadezhda Tolokonnikova, Maria Alyokhina e Yekaterina Samutsevich cumprirão uma pena de dois anos de cadeia.

      Segundo Syrova, a banda cometeu vandalismo motivado por ódio religioso e ofendeu fiéis ao invadir a catedral ortodoxa de Moscou para entoar um “cântico” contra o político Vladimir Putin, o presidente da Rússia. A magistrada ainda entende que as mulheres agiram de forma premeditada e “não expressaram arrependimento por seus atos, violaram a ordem pública e ofenderam os sentimentos dos crentes”.

      O trio, por sua vez, alega que está sendo “vítima de uma perseguição política”. De acordo com o portal Terral, a “Anistia Internacional” e várias organizações russas de defesa dos direitos humanos também consideram que as integrantes do Pussy Riot são presas políticas.

      O caso atraiu grande atenção da mídia internacional e organizações de direitos humanos. Antes do anúncio da decisão, vários manifestantes foram presos em frente ao tribunal de Moscou em que elas estavam sendo julgadas.