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      Sam Smith: ‘vendo discos onde gays são mortos, isso é enorme pra mim’

      22 de outubro de 2015 9:54 Por Damy Coelho

      Sam Smith para a capa da NME desta semana

      O cantor Sam Smith deu uma entrevista para a revista NME desta semana, falando sobre sua carreira, sua personalidade melancólica  e como é ser homossexual na indústria do entretenimento.

      O cantor havia afirmado em 2014 que queria ser muito mais do que um porta-voz para a comunidade gay. Atualmente ele parece ter mudado de ideia, segundo a publicação. “O que eu quis dizer foi que eu não queria que meu álbum representasse apenas um grupo, mas que fosse ouvido por todos. Eu queria que qualquer um, gay ou hétero, pudesse me ouvir cantando sobre homens, como eu ouvia Stevie Wonder ou John Legend cantando sobre mulheres”, explica.

      “Eu quero sim, ser um porta-voz. Eu quero ser a figura no meio gay que fala por eles. Eu vendo discos em países onde gays são mortos e isso para mim é algo de grande importância. Para mim, talvez uma pessoa daquele país compre um álbum lançado por um gay, escute e, quem sabe, mude sua concepção”, confessa.

      James Bond

      Sam também falou sobre o seu hit para o novo 007, que já bateu o recorde de ser o primeiro tema do filme a ficar no topo das paradas britânicas. Para a NME, o cantor declarou que seu Bond favorito é interpretado por Daniel Craig. “Na época eu tinha 23 anos e não vi os filmes antigos. Hoje reconheço que Sean Connery e Roger Moore são os meus favoritos”.

      Para continuar no tópico “007″, fique com o clipe de “‘Writing’s On The Wall“: