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      The Cult

      8 de dezembro de 2006 Por Cifra Club

      Após brigas, reconciliações, idas e vindas, o The Cult desembarca em São Paulo, dias 07 e 08 de dezembro para duas apresentações históricas no Credicard Hall. Na bagagem, os clássicos que imortalizaram a voz do vocalista Ian Astbury. Além de São Paulo, o grupo toca ainda no Rio de Janeiro (Claro Hall, dia 09/12) e encerra a turnê que começou em fevereiro deste ano em Los Angeles, nos EUA, em Curitiba (Master Hall, dia 12/12).

      The Cult anunciou sua volta no fim de 2005 para uma grande turnê mundial. Além de Astbury, integram a banda , os guitarristas Billy Duffy e Mike Dimkitch, o baixista Chris Wyse e o baterista John Tempesta.No repertório do show, os sucessos “She Sells Sanctuary”, “Love Removal Machine”, “Painted on my Heart”, “Edie (Ciao Baby)”, “Sweet Soul Sister”, “Revolution”, “Wild Hearted Son”, “Heart of Soul”, entre outros. A última vez que o The Cult esteve no Brasil foi em 2000, já Ian Astbury esteve no país em 2004, com o projeto The Doors of The 21st Century (revival do Doors com o guitarrista Robby Krieger e o tecladista Ray Manzarek).

      Ian Astbury nasceu em Liverpool, na Inglaterra, no dia 14 de maio, de 1962. Ele tinha cerca de oito anos quando decidiu virar um cantor de rock & roll. Estava com a mãe fazendo compras quando percebeu uma multidão parada na frente da prefeitura, em Liverpool. Eram os Beatles recebendo uma homenagem.“Cresci ouvindo os Beatles e minha paixão pela música começou naquele dia”, contaProfissionalmente, sua carreira teve início em 1979 quando ele formou o Southern Death Cult. Somente após a entrada do guitarrista Billy Duffy o grupo passou a se chamar The Cult. Completaram a formação o baixista Jamie Stewart e o baterista Nigel Preston. A idéia do grupo era mostrar o lado gótico do rock & roll. O álbum de estréia “Dreamtime” (1984) apresentou uma banda eclética e pouco convencional. Na época, as revistas americanas classificaram o Cult como “muito gótico para o público em geral, muito heavy para os góticos e muito progressivo para os punks”. Mesmo com toda a indecisão, o álbum conseguiu ótimas críticas e imortalizou a voz de Astbury, que foi convidado, em 2003, para assumir os vocais da nova versão do The Doors, batizada de The Doors of the 21st Century, ao lado de Ray Manzarek e Robby Krieger.

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