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      À beira da falência, Gibson luta para pagar dívida de US$ 375 milhões

      20 de fevereiro de 2018 8:00 Por Gustavo Morais


      Uma Gibson Les Paul dispensa qualquer apresentação (Foto: Divulgação)

      Ao redor do mundo, incluindo o Brasil, as vendas de guitarra amargam crises sem precedentes. Não é segredo para ninguém. Nem mesmo as fabricantes gigantes estão conseguindo driblar a degola. Neste ano, por exemplo, a Gibson ficou de fora da NAMM 2018, a maior feira de instrumentos musicais do mundo.

      E por falar em Gibson, nesta semana o mundo dos negócios foi nocauteado com uma péssima notícia. De acordo com a imprensa internacional, a lendária fabricante luta contra a falência e tem uma dívida, que vence em agosto, na casa dos US$ 375 milhões. Caso o pagamento não seja efetuado ou seja feito um refinanciamento até 23 de julho, um empréstimo bancário no valor de U$145 milhões será adicionado ao saldo devedor.


      Zakk Wylde, um adepto das guitarras da Gibson (Foto: Divulgação)

      Em nota, o CEO da marca, Henry Juszkiewicz, argumenta que a crise na Gibson é um reflexo da instabilidade do mercado.

      Embora os segmentos de instrumentos musicais e áudio profissional sejam rentáveis e cresçam, mantêm-se abaixo do nível que tinham há alguns anos

      Ainda segundo Juszkiewicz, a Gibson concentrará esforços no desenvolvimento de produtos para os segmentos que geram lucro, e deixará para trás “aqueles que trarão pouca vantagem no futuro”. Entre as alternativas mais recentes usadas para atrair a atenção do público, a marca tem apostado nos relançamentos de modelos icônicos e nos modelos assinados por artistas.

      Fundada em 1894, a Gibson é uma das empresas mais importantes do universo musical dos dois séculos mais recentes da história. A lista de gênios que imortalizaram a marca é infinita e agrupa gente do gabarito de Jimmy Page, Joe Perry, SlashDuane Allman e vários outros.

      #PorUmMundoComMaisGibson